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Como Superar os Obstáculos da Vida de Solteira? Não Desanime Quando o seu Tiro sair pela Culatra!

Relatos: Vida de solteira

Idas e vindas na vida de solteira.

vida de solteira

Com toda a correria semanal e estresse do trabalho, a gente acaba se esgotando e não vê a hora de chegar logo o final de semana para curtir, começando pela sexta à noite, que vem trazendo um pouco de alívio e uma ilusória sensação de liberdade.

Sendo uma solteira saudável e mortal, é muito comum bater aquela vontade de sair de casa, extravasar e curtir uma baladinha com as amigas. Ou quem sabe até apostar em algo mais alto, descolando um gatinho durante esse processo.

No último final de semana, resolvi marcar um programinha bacana com as garotas para botar o papo em dia.  O lugar escolhido dessa vez, foi um barzinho muito badalado, com direito a música ao vivo e chope na tulipa. A conversa fluiu naturalmente e muitas histórias contadas por mim e pelas minhas amigas, geraram muitas gargalhadas. Com o passar das horas, todos já estavam embalados com o chope e rindo à toa. Mas havia um pequeno detalhe. Nas últimas três horas, eu só havia visto casais e grupos de mulheres solteiras chegando em bandos. Não havia sinais de homens solteiros dando sopa.  Justo naquele dia, que eu estava a fim conhecer algum cara bacana.

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Porém, o tempo passou e eu acabei me conformando, então continuei interagindo com as minhas amigas. Mas tudo mudou quando dois gatos chegaram e ocuparam a mesa bem a minha frente. Um deles era loiro e o outro era um moreno alto. Instintivamente, eu pensei: “Oba, vou me dar bem hoje!”

O primeiro passo foi decidir com qual deles iria flertar. Geralmente, eu escolheria o loiro, mas como ele estava de costas e não podia me ver, teria que ser o moreno mesmo. O ritual da paquera se iniciou com alguns olhares inocentes, apenas para sondar o terreno. Depois de constar que não havia aliança no dedo, os olhares se intensificaram. Geralmente, nunca menciono às minhas amigas sobre o meu pretendente antes de fisgá-lo, pois elas nunca disfarçam e acabam espantando a “presa”.

Em um momento da noite, me levantei para ir ao banheiro retocar o meu batom. Durante o meu desfile ao toalete, o moreno não tirou os olhos de mim.  Ao voltar à mesa me senti poderosa e confiante, afinal, faltava pouco para fisgar aquele gatinho. Mas então, acabei presenciando algo que, me deixou com uma pulga atrás da orelha. O garçom havia acabado de deixar uma bebida na mesa do moreno. Mas não era um drink qualquer, era um coquetel de frutas, que estava dentro de uma taça voluptuosa. Eu já havia provado vários coquetéis, mas nunca em um copo daqueles. E não era só isso, havia também, um morango preso à borda do copo e um canudinho colorido dentro.

Logo pensei… Ah qual é? Que tipo de predador sexual senta-se à mesa e pede uma bebida daquela?

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Desconcertada, tratei de desviar a minha atenção para as minhas amigas. Até que uma delas me disse: Olha lá aquele moreno! Mas que boiola! E o que é aquilo que ele está bebendo? Também quero um!

Aonde? Eu perguntei fazendo cara de besta. Ainda disfarçando, olhei para todos os lados, menos para a mesa dele. Naquele momento, me agradeci mentalmente por não ter contato nada sobre a minha “paquera”. Com certeza, elas gozariam de mim até o próximo natal. Então, mudei de assunto e voltei a interagir com elas.

Àquela altura o moreno já estava conversando com o loiro ao pé do ouvido.  Eu também já não direcionei mais o meu olhar àquela mesa. Quando chegou perto das duas da manhã, me levantei e me despedi das minhas amigas. Afinal, já estava tarde e eu pretendia acordar cedo no sábado.

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Mas antes de deixar o bar, caminhei em direção ao caixa para acertar a minha conta. Ao olhar para trás, notei que o moreno também estava na fila do caixa. Discretamente, ele continuava me olhando. Intrigada, perguntei educadamente a ele: “Algum problema?”

“Não”, ele respondeu sorrindo. “Mas adorei o seu estilo!” Após o inesperado elogio, ele deu um cartão de visita, enquanto me dizia: “Trabalho nessa loja aqui. Semana que vem entraremos em uma mega liquidação, acho que você vai gostar! Esse é o meu nome, me procure”.

Sem perceber, eu estava com a boca aberta o encarando com olhos esbugalhados. Mas antes que ele me indicasse o seu cabeleireiro , agradeci com a voz baixa e sai da choperia à passos largos.

E foi só no dia seguinte, que relatei o “ocorrido” para as minhas amigas. O resultado da minha “quase” paquera nos rendeu muitas gargalhadas. Embora, eu também tenha achado engraçado, pensei comigo mesma:

Meu Deus, será que essas desventuras amorosas só acontecem comigo?

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